Sorrir ... sempre sorrir !

Porque as crianças e os jovens não têm ainda capacidade psicológica de discernimento para se aperceberem quando os adultos estão a agir de uma forma negligente. Um dia espero que o ESTADO DE DIREITO faça justiça onde tantos ajudaram a muitos mas a mim fecharam-me sempre todas as portas. TODA A AJUDA POSSÍVEL SERÁ SEMPRE BEM VINDA

Nome: meu.sorriso

14.8.09

Porque terei eu de tudo suportar ?

Para que todos saibam deixo aqui a lista de todas as entidades a quem expos o meu caso, e da qual continuo a aguardar a justa e devida justiça por tudo o que aconteceu comigo; em caso de necessidade comprovo toda a correspondência com cada um dos organismos.
  • Procuradoria-geral da República
    Provedor de Justiça
    Ex-Ministro da Saúde e actual Eurodeputado Correia de Campos
    Actual presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo
    Director-Geral da Saúde
    Inspecção Geral das Actividades em Saúde
    Supremo Tribunal de Justiça

Continuo a aguardar que se faça a devida reposição de danos físicos e morais de que fui vítima, uma vez que até este momento ainda não obtive quaisquer reparações pelos factos ocorridos. Em última instância reservo-me o direito de recorrer de todos estes organismos para o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.

Enquanto frequentei o ensino secundário procurei apoio junto ao centro de saúde de Vila Viçosa, onde fui acompanhado por uma doutora “Guida”; desse infeliz tempo tenho a recordação de apenas ter feito um electroencefalograma pelas queixas de zumbido que já padecia na altura; nunca, mas mesmo nunca, foi-me possibilitado qualquer tipo de apoio ou acompanhamento a nível de estomatologia. Mesmo para o serviço militar, fui inspeccionado como carne para canhão, sem que alguém tenha-me realizado qualquer tipo de exame dentário
Serviram-se assim sempre da minha ingenuidade para, indirectamente, desprezarem-me pois tinham perfeita consciência do que poderia acontecer-me no futuro quando atingisse a idade adulta. Será que nunca terão pensado que, quando fosse adulto, eu também queria ser um homem feliz e realizado como as restantes pessoas ou, pelo contrário, ao demonstrarem desprezo por mim serviu para servirem o seu próprio ego?
Resumindo, ninguém se importou pelo meu futuro; ninguém pensou duas vezes que eu também um dia iria chegar à idade adulta e quereria realizar-me pessoalmente e constituir família. Assumindo a posição que tomaram, o que fizeram (médicos e serviços de saúde a que recorri) foi tornar a minha vida adulta num inferno, votado ao abandono e à solidão. Por isso, hoje sinto um tremendo ódio e remorsos pelas pessoas que na devida altura deviam e teriam a obrigação de ter tornado a minha vida completamente diferente para melhor. Não suporto agora ter de pagar impostos para sustentar esses indivíduos que lixaram-me a minha qualidade de vida para sempre, pois sendo eu criança e adolescente, não estava à altura de ter a mesma consciência que eles tinham relativamente ao que me iria suceder.
Tenho dito.

4.7.09

Será a memória curta apenas por conveniência?


É só para fazer relembrar um nome de quem trabalhou como estomatologista muitos anos no Centro de Saúde do Alandroal (o Ministério da Saúde devia estar a par de tudo; a memória não pode ser curta para alguns por conveniência porque a justiça, podem ter a certeza absoluta, chegará mais tarde ou mais cedo).

2.5.06

Para memória futura

Venho por este meio dirigir-me a Vossas Excelências no sentido de esclarecer, quanto possível, as questões pelas quais procuro obter esclarecimentos e respostas efectivamente concretas. Assim, depois de solicitar a algumas entidades que se dignassem a prestar-me algumas informações, notei que ou não fui suficientemente claro ou então obtive respostas que rigorosamente nada tinham a haver com as informações que eu tinha solicitado.
Assim, para retirar qualquer dúvida acerca das questões para as quais procuro um total e completo esclarecimento, todo primeiro a liberdade de resumir, tanto quanto possível, as vicissitudes pelas quais passei e que hoje levantam-me toda uma série de interrogações pelas quais pretendo respostas esclarecedoras e concretas.
O assunto fundamental e pertinente que me leva a fazer esta pormenorizada descrição está relacionada com a qualidade da prestação de cuidados de saúde oral que obtive durante todo o meu período de formação, nomeadamente entre os anos 80 e o final da minha licenciatura, que concluí na Universidade de Lisboa.
Embora possa aqui focar outros problemas de saúde, o fundo da questão pertinente para mim tem apenas a haver com os cuidados de saúde oral que (não) me foram prestados, os quais hoje muito questiono e que não posso precisar neste momento quanto me afectaram e que me estão a marcar e vão-me marcar definitivamente para o resto da minha vida, tanto em termos físicos como psicológicos. Sei que Vossas Excelências, com poder de tomadas de decisões e, portanto, com claras responsabilidades em termos de políticas de saúde oral seguidas em Portugal, pelo menos a parir de 1975, podem cuidadosamente analisar as minhas questões e prestarem-me correctamente as devidas respostas.
Tanto quando me lembro, sempre tive problemas de saúde oral – lembro-me perfeitamente de ainda andar no colo materno e já padecer de dores de dentes. Devo esclarecer de que os meus pais eram agricultores; o meu pai é analfabeto e a minha mãe não completou a instrução primária; a minha infância foi sempre no interior, longe de centros urbanos e de uma melhor assistência médica. Infelizmente faltou-me, já naquela época, a prestação inicial de cuidados de saúde oral.
Vivi com a minha família numa pequena vila do interior do Alentejo: Alandroal - aí fui inscrito no Centro de Saúde local, onde foi exactamente que obtive os primeiros cuidados de saúde orais. Então passo a explicar como funcionava: sei que fui indicado pelo médico de família de então (finais dos anos setenta) para a consulta de “dentista” – ao Centro de Saúde do Alandroal lembro-me que se deslocava um “dentista” de Elvas. Geralmente existiam doze a quinze pessoas para serem atendidos numa manhã; logo que o tal dentista chegava, vá de formar uma fila indiana e toca de tomar uma injecção (anestesia) – acho que a mesma seringa servia para injectar toda a gente.
Logo depois começam as extracções … Não me lembro de quaisquer outros tipos de consulta ali praticados; unicamente faziam-se ali extracções (nada de obturações, limpezas ou outro tipo de tratamentos). Ao fim de duas horas já estavam todos “tratados” e lá se ia embora o “dentista”.
Teria eu os meus doze ou treze anos; os tratamentos que o tal dentista me fez foram unicamente de extrair dentes – nunca fiz um raio X ou qualquer outro tipo de tratamento oral. Se ao fim de dez minutos não conseguisse extrair-me uma raiz ou um dente, o “dentista” marcava-me uma nova consulta para oito ou quinze dias depois; assim, uma raiz mais difícil de extrair demorava, por vezes, três ou quatro “sessões”, ou seja, mais de um mês para ser extraída.
Não sei exactamente porque acabei cansado de tanto lá ir e nunca ter terminado o tratamento (que consistia unicamente em fazer extracções); também nunca vi que o tal “dentista” fizesse ou tivesse qualquer registo escrito dos tratamentos que fazia – era todo junto, quer se tratasse de crianças, adultos ou idosos. Entretanto, a partir de 1980 comecei a sofrer de zumbidos que, infelizmente, ainda hoje residem na minha cabeça, 24 horas por dia, 365 dias por ano (não sei até que ponto os mesmos terão sido originados pelos tratamentos feitos pelo dito “dentista”; infelizmente percorri por muitos especialistas de OTR e neurologia mas nem um só conseguiu suprimir o sintoma que me provoca os zumbidos).
Quando fiz quinze anos, constatei que os meus amigos da minha idade tinham os dentes tratados - vai daí e pedi aos meus pais para me deixarem ir a Évora tentar resolver o problema dos meus dentes.
Dirigi-me ao Hospital Distrital de Évora; na recepção do Hospital disseram-me logo de que não havia vagas para a consulta de estomatologia (ou odontologia). Lembro-me perfeitamente que depois ainda me dirigi ao sector das consultas e cheguei a entrar no consultório onde estavam instalados os equipamentos de consultas de estomatologia, mas não se encontrava aí ninguém.
Também fui a um “dentista” que trabalhava na rua dos “Arcos” em Évora; infelizmente, acho que cometi o maior erro da minha vida, pois o “dentista” que me atendeu disse-me que tinha de fazer mais extracções, antes de pudesse fazer-me um tratamento de limpeza aos dentes … Possivelmente por todos os traumas que já tinha passado no Centro de Saúde do Alandroal, não quis então fazer mais extracções.
Entrei para a Universidade de Lisboa, fruto de uma bolsa de estudo.
Só consegui entrar para a consulta de estomatologia dos Serviços Médico-Sociais da Universidade de Lisboa quando já andava no 4º ano da Universidade; infelizmente, demasiado tarde para ser tratado como deveria ter sido logo desde a infância.
Como consequência, sofri o maior traumatismo de sempre na minha vida, ao ter de ser obrigado a usar prótese dentária – algo que teria ainda sido possível evitar, penso eu, se os médicos que me atenderam desde a infância tivessem tido a gentileza de quererem fazer o devido caso da minha saúde.
Hoje tenho a plena consequência de que todo pelo que passei, e sobretudo as marcas que vou ter que carregar pelo resto da minha vida, ficam a dever-se, em grande parte, pela forma de como nunca ninguém da área da saúde me soube tratar como deveria ter sido tratado; julgo que bastava um pouco de humildade e de bom senso por parte de todas as entidades que já referi para que eu não tivesse caído naquilo que hoje são marcas físicas e psicológicas que terei, infelizmente, de suportar pelo resto da minha vida.
Gostaria de formular várias questões, mas não quero que venham a cair num saco roto e que a “culpa” (a existir) morra simplesmente solteira, quando me devolvem respostas a dizer “Olhe, quem pode responder às suas questões é a entidade tal e tal …”. O meu objectivo é muito simples: conseguir que jamais em Portugal outro jovem seja vítima de tanto desprezo pelos cuidados de saúde que se prestam pelas várias entidades de saúde no nosso país (não sabem os remorsos que tenho actualmente quando me cruzo, quase diariamente, com pré-adolescentes e jovens que, na sua idade de inocência, confrontam-se já com adiantadas cáries dentárias ou, quando me falam, mostraram a falta de dentes, pese embora a sua tenra idade – que futuro terão, em termos de felicidade, estas pessoas? Será que vão passar pelo mesmo calvário que eu ? Quantos adultos, tendo consciência dos factos, vão continuar a enterrar a cabeça na areia e ignorar o sofrimento destas crianças e jovens para o resto das suas vidas ?).
Não quero pensar que, se eu fosse filho de algum presidente da república, ministro, procurador-geral, director-geral de qualquer organismo público, presidente do Conselho de Administração ou Director-Clínico de algum Hospital Central, militar de topo de carreira, ilustre senhor conhecedor de leis ou de algum empresário, teria tido todos os cuidados e tratamentos necessários ao longo da minha infância e adolescência. É algo que, pura e simplesmente, não quero pensar que fosse possível ocorrer em Portugal …
Assim sendo, tomar pleno conhecimento dos implicados e dos responsáveis pelas consequências que hoje tenho que suportar é a única forma de conseguir algum equilíbrio emocional e conseguir travar a linda batalha que é a vida; não quero de forma alguma medir os efeitos que padeci, padeço e padecerei para sempre por simplesmente não ter um sorriso natural normal, nem tão pouco posso pensar e reflectir no que isso implicou para mim nos relacionamentos interpessoais e afectivos com as outras pessoas. Também não estou em condições de prever todos os reflexos que terei futuramente na minha saúde pelos cuidados de saúde que (não) tive e que, mais tarde ou mais cedo, serão reflexo directo da forma como fui tratado (desengane-se quem quer que seja que agora, como adulto, já não sou tão ingénuo como fui na infância e adolescência; tenho a certeza perfeita que no futuro irei ser confrontado com doenças resultantes directamente pelo aquilo que passei e que não me deram como deveriam ter dado, em termos de cuidados de saúde).
Por outro lado, espero que eu tenha sido apenas o vestígio do desprezo do serviço nacional de saúde pelos utentes, sobretudo pelas crianças e jovens no caso da saúde oral, e que a partir de hoje todos tenhamos direito a um simples lindo sorriso, sem medo de nos vermos ao espelho. Felizmente isso é possível – está nas mãos de quem quer mandar ou governar sobre as outras pessoas.
Mas jamais irei descansar enquanto não me sentir bem comigo próprio; sei que o tempo não volta atrás e aquilo que eu queria para mim hoje é impossível acontecer. Mas pelo menos quero estar bem psicologicamente comigo próprio; tal só será possível no dia em que encontrar todas as respostas aos meus “porquê eu?”. São questões que eu quero tirar por completo: porquê comigo e porque razão ? Qual o mal que eu fiz ao mundo para ser assim vítima ?
Deixo uma lista de questões que eu quero ver respondidas e esclarecidas de uma vez por todas, sem subterfúgios ou respostas indirectas e inconclusivas. As pessoas existem, assumem cargos e têm de ser plenamente responsabilizadas pelas funções que desempenham ou desempenharam (actualmente, à um ano, à cinco anos ou à vinte anos atrás). Tenho todo e o pleno direito de ver esclarecidas as minhas dúvidas e de saber porquê que essas coisas aconteceram comigo.
Não quero recompensas monetárias ou que alguém vá para a cadeia por ter faltado à prestação de cuidados que deveria ter tido comigo; quero, isso sim, que me diga directamente a mim e assuma publicamente a forma como respondeu-me, em tempo útil, aos meus pedidos de tratamento.
Ficam aqui enumeradas as minhas questões; espero que as respostas completamente esclarecedoras, surjam depressa e que sejam publicas; só assim terei algum conforto psicológico e tirarei da consciência o pesado fardo que pesa sobre mim próprio e, pelo menos, fazer com que jamais nenhuma criança ou adolescente assim seja tratado em Portugal.

1.-Quem foi o “dentista” que prestou serviço no Centro de Saúde do Alandroal nos finais dos anos setenta e durante os anos oitenta ?
2.-Qual a formação específica (académica – universidade frequentada; profissional – inscrição na Ordem dos médicos ou dentistas) que o tal “dentista” tinha para tratar crianças e jovens ?
3.-Qual a autoridade oficial que determinou que esse tal dentista prestasse serviço no referido Centro de Saúde ?
4.-Qual a instituição que controlava todos os tratamentos efectuados por esse “dentista” ?
5.-Como posso ter hoje acesso ao meu processo pessoal que esse tal “dentista” deveria ter sobre mim ? (Faço questão hoje, de forma pertinente, de ter acesso por completo a todos os relatórios que esse “dentista” tenha elaborado sobre mim)
6.-Quem era o director clínico no Centro de Saúde do Alandroal no período em que o tal “dentista” ali deu consultas ?
7.-Quem era o Director Clínico do Hospital Distrital de Évora nos anos 80 ?
8.-Quais os critérios seguidos no Hospital Distrital de Évora, durante os anos 80, para que crianças e jovens pudessem ser consultados na consulta de estomatologia ou odontologia ?
9.-Quais os critérios que determinavam o atendimento dos estudantes portugueses bolseiros nas consultas de estomatologia ou odontologia dos serviços Médico-Sociais da Universidade de Lisboa ?
10.-Qual a legislação em vigor em Portugal, a partir de 1975, no que se refere à saúde escolar ? (Lembro-me uma vez que fui pedir este esclarecimento ao SASE em Lisboa, tendo então recebido a informação que Portugal tinha sido o segundo país do mundo a implantar a saúde escolar no sistema de ensino).

Fico grato de ver esclarecidas totalmente as minhas dúvidas; só serei inteiramente livre e estarei bem psicologicamente comigo próprio no dia em que ver tudo esclarecido e, sobretudo, quando me derem a certeza absoluta que jamais outra criança ou jovem em Portugal será negligenciado, em termos de saúde oral. Porque, se há algum sofrimento nisto tudo, já ninguém me pode tirar.
Porque o sorriso também faz bem à saúde.
Bem-haja.

Para: Direcção Geral de Saúde (9 de Janeiro)

Texto 1 - Programa de Saúde Oral em Saúde Escolar

9 de Janeiro de 2006

Ex. Sr.
Venho por este meio solicitar a V. Ex.ª que se digne a prestar-me acesso aos relatórios de actividade do Programa de Saúde Oral em Saúde Escolar respeitantes ao intervalo de tempo compreendido entre 1986 e 1991.
Mais solicito a V. Ex.ª qual o papel que os Serviços Médico-Sociais da Universidade de Lisboa prestavam em termos de saúde oral durante aquele período de tempo, bem como era efectuada a triagem dos alunos a quem eram prestados os devidos cuidados de saúde oral.
Agradeço uma resposta o mais completa possível e na maior brevidade de tempo possível.
Com os melhores cumprimentos.

Para: Gabinete do Ministro da Saúde (9 de Janeiro)

Texto 2 - Cuidados de Saúde Oral

9 de Janeiro de 2006

Ex. Sr. Ministro da Saúde

Venho por este meio solicitar a V. Ex.ª que se digne a informar-me sobre a politica de cuidados de saúde oral seguida na Administração Regional do Alentejo, no período compreendido entre 1980 e 1990.
Agradeço, por favor, toda a informação possível que possa dar-me, nomeadamente os cuidados que naquele período eram prestados às crianças e jovens na área do Alentejo, bem como quais os critérios que estavam subjacentes à selecção dos jovens que eram tratados nos hospitais distrais da região.
Agradeço toda e informação o mais completa possível, e logo que seja possível.
Fico a aguardar pela sua resposta.
Com os melhores cumprimentos.

Para: Administração Regional de Saúde (9 de Janeiro)

Texto 3 – Cuidados de Saúde Oral

9 de Janeiro de 2006

Ex. Sr. Director da ARS ALENTEJO

Venho por este meio solicitar a V. Ex.ª que se digne a prestar-me os seguintes esclarecimentos:
-Quem exerceu o cargo de Director Clínico do Centro de Saúde do Alandroal entre os anos de 1980 e 1990 ?
-O nome do médico "dentista" (?) que prestou serviço no Centro de Saúde do Alandroal entre 1980 e 1990 ? Agradeço que informe-me também das habilitações do referido "dentista", nomeadamente para prestar cuidados de saúde oral a crianças e jovens.

Agradeço, por favor, os devidos esclarecimentos, tão rápido quanto possível.
Desde já os meus sinceros agradecimentos.
Com os melhores cumprimentos.

De: Gabinete do Ministro da Saúde (31 de Janeiro)

Texto 4 – Cuidados de Saúde Oral

31 de Janeiro de 2006
Exmo. Senhor
Encarrega-me Sua Excelência o Ministro da Saúde de acusar a recepção da carta de V. Exa. e de comunicar que, após análise cuidada da exposição por V. Exa. subscrita, foi a mesma nesta data, remetida para a Administração Regional de Saúde do Alentejo.
Deste modo, caso pretenda qualquer informação complementar sobre o assunto emepígrafe, deverá dirigir-se ao referido organismo para a morada seguinte:
Exma. Senhora
Presidente do Conselho da Administração Regional de Saúde do Alentejo
Rua do Cicioso - Apartado 20277000-658 ÉVORA
Com os melhores cumprimentos
Gabinete do Ministro da Saúde
-----Mensagem original-----
Enviada: segunda-feira, 9 de Janeiro de 2006 10:42
Para: Gabinete do Ministro da Saúde
Assunto: Cuidados de Saúde Oral
Ex. Sr. Ministro da Saúde
Venho por este meio solicitar a V. Ex.ª que se digne a informar-me sobre a politica de cuidados de saúde oral seguida na Administração Regional do Alentejo, no período compreendido entre 1980 e 1990. Agradeço, por favor, toda a informação possível que possa dar-me, nomeadamente os cuidados que naquele período eram prestados às crianças e jovens na área do Alentejo, bem como quais os critérios que estavam subjacentes à selecção dos jovens que eram tratados nos hospitais distrais da região.Agradeço toda e informação o mais completa possível, e logo que seja possível.Fico a aguardar pela sua resposta.Com os melhores cumprimentos.

De: Administração Regional de Saúde (6 de Fevereiro)

Texto 5 – Cuidados de Saúde Oral

6 de Fevereiro de 2006

Boa Tarde


Chegou a esta ARS Alentejo um mail seu a pedir informações sobre Cuidados de Saúde Oral.
Gostariamos de saber qual o âmbito para o qual essa informação irá ser utilizada.
De qq das formas lamentamos informar-lhe que não dispomos dessa informação (1980-1990) visto as ARS terem sido criadas em 1993. A informação pedida deverá ser direccionada á Direcção Geral da Saúde (DGS) ou talvez ás Sub-Regiões de Saúde.
Os únicos dados que dispomos são sobre um Programa existente, ministrado pela DGS, mas que começou em 1999/2000.

Com os melhores cumprimentos,

Administração Regional de Saúde do Alentejo
Agência de Contratualização dos Serviços de Saúde
Tel: 266 758 770 Fax: 266 758 779

Para: Administração Regional de Saúde (6 de Fevereiro)

Texto 6 – RE: Cuidados de Saúde Oral - Pedido de Informação

6 de Fevereiro de 2006

Pelo presente acuso a boa recepção do V. email. Lamento não ser a ARS Alentejo a dar-me as respostas, pelo que solicito a V. Ex.ª que se digne a reencaminhar o email para a Direcção Geral de Saúde ou para a Sub-região de Saúde.
Relativamente à finalidade da informação que solicito reside no facto de eu ter vivido no Alentejo naquele período, pelo que quero saber, ao pormenor, a política de saúde oral existente no Alentejo naquele período. Espero que finalmente exista o organismo que responda integralmente à minha solicitação.
Aguardo pacientemente todos e os devidos esclarecimentos que solicitei.
Com os melhores cumprimentos.

Texto 5 – Cuidados de Saúde Oral

6 de Fevereiro de 2006

Boa Tarde

Chegou a esta ARS Alentejo um mail seu a pedir informações sobre Cuidados de Saúde Oral.
Gostariamos de saber qual o âmbito para o qual essa informação irá ser utilizada.
De qq das formas lamentamos informar-lhe que não dispomos dessa informação (1980-1990) visto as ARS terem sido criadas em 1993. A informação pedida deverá ser direccionada á Direcção Geral da Saúde (DGS) ou talvez ás Sub-Regiões de Saúde.
Os únicos dados que dispomos são sobre um Programa existente, ministrado pela DGS, mas que começou em 1999/2000.

Com os melhores cumprimentos,

Administração Regional de Saúde do Alentejo
Agência de Contratualização dos Serviços de Saúde
Tel: 266 758 770 Fax: 266 758 779

Para: Gabinete do Ministro da Saúde (6 de Fevereiro)

Texto 7 - RE: Cuidados de Saúde Oral

6 de Fevereiro de 2006

Serve o presente para acusar a boa recepção do V. email, o qual merece os meus mais sinceros agradecimentos. Permita-me, no entanto, que da parte da ARS do Alentejo ainda não foi-me dado conhecimento da informação que solicitei, conforme dou conhecimento da troca de email que mantiveram comigo.
Desde já os melhores cumprimentos.
ANEXOS: TROCAS DE EMAIL COM A ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE ANTERIORES A 6 DE FEVEREIRO DE 2006

De: Gabinete do Ministro da Saúde (7 de Fevereiro)

Texto 8 - RE: Cuidados de Saúde Oral

Gabinete do Ministro da Saúde

7 de Fevereiro de 2006

Exmo. Senhor
Em aditamento ao E-Mail de V. Exa. de 6.02.06, referente ao assunto mencionadoem epígrafe, encarrega-me Sua Excelência o Ministro da Saúde de informar V. Exa.que o mesmo foi remetido à Direcção-Geral da Saúde, para a seguinte morada:
Exmo. Senhor Dr. Francisco George
Director Geral da Saúde
Alameda D. Afonso Henriques,
Lisboa
Com os melhores cumprimentos
Gabinete do Ministro da Saúde
-----Mensagem original-----
Enviada: segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2006 18:40
Para: Gabinete do Ministro da Saúde
Assunto: RE: Cuidados de Saúde Oral
Serve o presente para acusar a boa recepção do V. email, o qual merece os meus mais sinceros agradecimentos. Permita-me, no entanto, que da parte da ARS do Alentejo ainda não foi-me dado conhecimento da informação que solicitei, conforme dou conhecimento da troca de email que mantiveram comigo.
Desde já os melhores cumprimentos.
ANEXOS: TROCAS DE EMAIL COM A ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE ANTERIORES A 6 DE FEVEREIRO DE 2006

De: Gabinete do Ministro da Saúde (13 de Março)

Texto 9 - RE: RE: Cuidados de Saúde Oral

Gabinete do Ministro da Saúde

13 de Março de 2006
Exmo. Senhor Encarrega-me Sua Excelência o Ministro da Saúde de acusar a recepção da carta deV. Exa. e de comunicar que, após análise cuidada da exposição por V. Exa.subscrita, foi a mesma nesta data, remetida para a Administração Regional deSaúde do Alentejo. Deste modo, caso pretenda qualquer informação complementar sobre o assunto emepígrafe, deverá dirigir-se ao referido organismo para a morada seguinte: Exma. SenhoraDra. Rosa Augusta Valente de Matos Zorrinho Presidente do Conselho da Administração Regional de Saúde do Alentejo Rua do Cicioso - Apartado 20277000-658 ÉVORA Com os melhores cumprimentos Gabinete do Ministro da Saúde

Para: Direcção Geral de Saúde (20 de Março)

Texto 10 - Cuidados de Saúde Oral

20 de Março de 2006

Ex. Sr. Director Geral da Saúde
Manda-me o Gabinete do Ex.mo Senhor Ministro da Saúde que a Direcção Geral de Saúde possa informar-me as seguintes indicações:
-Nome completo e formação profissional do dentista que prestou cuidados de saúde oral no Centro de Saúde do Alandroal no final dos anos 70 e início dos anos 80 (entre 1978 e 1986, aproximadamente);
-Nome completo do Director do Centro de Saúde do Alandroal no período de tempo em que o referido dentista ali prestou serviço;
-Nome do Administrador do Hospital Distral de Évora no ano de 1981;
-Legislação aplicavel no Hospital Distrital de Évora em 1981, relativamente às consultas de estomatologia/odontologia relativamente a crianças e jovens.
Esta informação solicitada destina-se a uso pessoal.
Com os melhores cumprimentos.

De: Direcção Geral de Saúde (30 de Março)

Texto 11 - Cuidados de Saúde Oral

30 de Março de 2006

Exmo. Sr.

Relativamente à diversa informação que solicitou, informo:

O Programa de Saúde Oral em Saúde Escolar teve inicio em 1985. A ex-Direcção-Geral dops Cuidados de Saúde Primários (actual Direcção-Geral da Saúde), fez os relatórios anuais com os dados enviados através dos serviços regionais os quais referiam, entre outros o número de crianças em programa. Nessa altura o programa não contemplava os tratamentos dentários. Se tiver interesse, poderá consultar esses relatórios nesta Direcção-Geral, sendo necessário para isso necessário entrar previamente em contacto com o secretariado da Divisão de Saúde Escolar, e marcar uma data para esse efeito.

Relativamente à questão que coloca sobre o papel dos Serviços Médico-Sociais da Universidade de Lisboa, não temos qualquer informação. Esses serviços dependiam directamente da Universidade.

Relativamente às questões especificas do Alentejo, temos apenas a informação que diz respeito à avaliação dos programas de saúde oral preconizados e normalizados por esta Direcção-Geral.

Relativamente às questões que coloca sobre a identificação do médico dentista, do director do Centro de Saúde do Alandroal, do adminitrador do Hospital de Évora, como deve compreender, não temos informação.

Com os melhores cumprimentos

Divisão de Saúde Escolar

Para: Direcção Geral de Saúde (31 de Março)

Texto 12 - RE: Cuidados de Saúde Oral

31 de Março de 2006

Ex. Sr. Drª.
Higienista Oral, Divisão de Saúde Escolar

Serve o presente para agradecer os esclarecimentos que prestou no seu e-mail, embora lamente que não contemple todas as informações que pretendo.
Tendo eu morado no Alentejo desde 1975, estou neste momento interessado em apurar aquelas informações, uma vez que actualmente, e de forma permanente e irreversível para o resto da vida, tenho que utilizar prótese dentária.
Porque penso que deveria ter tido outro tipo de acompanhamento médico por parte das instituições de saúde públicas (Centro de Saúde/Hospital Distrital/Serviços Universitários), nomeadamente por eu ser menor à época, quero apurar até onde existe a responsabilidade de cada organismo sobre a política de saúde oral praticada desde 1975.
Também julgo que determinadas instituições possam mudar de nome mas os seus recursos humanas continuam a ser os mesmos, na sua esmagadora maioria.
Com os melhores cumprimentos.

24.4.06

For future memory

I come by this means directing me to you to clarify, as possible, the issues for which seeking advice and answers actually concrete. Thus, after requesting to some entities which dignassem to give me some information, I noted that I was or not sufficiently clear or received answers that had nothing to be with the information that I had requested.
So, to remove any doubt about the issues for which they seek a total and complete clarification, all first to freedom of summarize, as far as possible, for which the vicissitudes spent and that today raise me a series of questions for which want answers enlightening and concrete.
The fundamental issue and relevant leads me to make this detailed description is related to the quality of health care delivery that oral received during my entire period of training, particularly among the 80 and the end of my degree, which concluded at the University in Lisbon.
Although you can focus on here other health problems, the fund's relevant question for me is just to be with the oral health care of that (not) have been provided, which now much and I question that I need right now as I hit and I are the mark and will definitely mark me for the rest of my life, both physical and psychological. I know that you will, with power of decision-making and, therefore, with clear responsibilities in terms of health policies oral followed in Portugal, at least the birth of 1975, can carefully analyze my questions and provide me correctly the appropriate answers.
As far as I recall, always had problems of oral health - I remember perfectly still walk in the lap of maternal and already suffering from pain in teeth. I must clarify that my parents were farmers, my father and my mother is illiterate not completed primary education; my childhood has always been in rural areas, far from urban centres and better medical care. Unfortunately failed me, because at that time, the initial provision of oral health care.
I lived with my family in a rural town of Alentejo: Alandroal - there was enrolled in Health Centre site, which was exactly what got the first oral health care. Then I will explain how working: I know that I was instructed by the family doctor, then (end of the seventies) to the query of "dentist" - the Health Centre of Alandroal I remember that he travelled a "dentist" of Elvas. Generally there were twelve to fifteen people to be seen in a morning, as soon as this came dentist, go to form a queue Indian and comes to take an injection (anesthesia) - I think the same syringe used to inject everyone.
Shortly after the start extractions… I can not remember any other types of consultation there practised; only were up there extractions (no cleaning or other treatments). At the end of two hours they were all "treaties" and although there would be the "dentist".
I would have my twelve or thirteen years, the treatments such that the dentist made me were solely to extract teeth - never have made a radiography or any other type of oral treatment. If after ten minutes failed to draw me a root or a tooth, the dentist "marked a new query me for eight or fifteen days later, so a root harder to extract took sometimes three or four "sessions", ie more than a month to be extracted.
I do not know exactly why I tired of both go there and never have finished the treatment (which consisted solely to do extractions), but I have never seen such that the "dentist" did or had any written record of the treatments that was - was all along, or they were children, adults or elderly. However, from 1980 began to suffer from tinnitus that, unfortunately, still reside in my head, 24 hours a day, 365 days a year (I do not know to what extent they will have been caused by treatments made by saying, "dentist" ; unfortunately consulted many experts in neurology, OTR but not one managed to suppress the symptom that causes me the tinnitus).
When did fifteen years, noted that my friends of my age had the teeth treated - will there and asked my parents to leave me go to the city of Évora try to solve the problem of my teeth.
Depart me to the Hospital District of Évora, the receipt of the Hospital told me once that there was no vacancy for outpatient dental (or dental). I remember very well that even after I drove to the sector of consultations and came into the office where the equipment were installed for consultations in dentistry, but there was not anyone.
I have also been a "dentist" who worked on the streets of the "Arcos" in Évora, unfortunately, I think I made the biggest mistake of my life, as the "dentist" I met told me that he had to do more extractions before could do me a treatment for cleaning the teeth… Possibly by all the suffering that had already passed the Health Centre of Alandroal, then did not want to do more extractions.
I joined the University of Lisbon, the result of a scholarship.
Only able to enter the outpatient dental Medical Social Services of the University of Lisbon when you walk in the 4 th year of the University, unfortunately, too late to be treated as it should have been right from the childhood.
As a result, suffered the biggest trauma of always in my life, to have to be forced to use dental prosthesis - something that would have still been possible to avoid, I think, if the doctors that I attended from childhood had been kind enough to want to do the case because of my health.
Today I have the full consequence of all that passed by, and especially the marks that I will have to load the rest of my life, are to be due, in large part, by the way, as nobody health I knew treat as it should have been treated, I think enough of a little humility and good sense on the part of all entities to which I said that I had not fallen into what today are physical and psychological marks that have, unfortunately, to pay for the rest of my life.
I would like to make several issues, but they do not want to fall on a deaf ears and that the "guilt" (to exist) simply die maiden when I return answers to say "Look, who can respond to your questions is the entity such and … this. " My goal is very simple: never get another couple in Portugal is the victim of both contempt of health care which provide the various entities of health in our country (not know the remorse that I have now when I see, almost daily, with pre - teenagers and young people in their age of innocence, are faced now with advanced dental caries, or when I speak, showed a lack of teeth, despite their young age - that future will, in terms of happiness, these people ? Will they pass through the same ordeal that I? How many adults, and aware of the facts, will continue to bury their heads in the sand and ignore the plight of these children and young people for the rest of their lives?).
I do not want to think that, if I were the son of a president, minister, attorney-general, director-general of any public body, Chairman of the Board and Director-Clinical some Central Hospital, top military career, illustrious Mr Aware of laws or any businessman would have had all the necessary care and treatment throughout my childhood and adolescence. It is something that, quite simply, I do not want to think that could happen in Portugal…
So take full knowledge of the involved and responsible for the consequences that today have to endure is the only way to achieve a balance and achieve emotional halt the beautiful battle that is life, I do not want in any way to measure the effect that suffered, hurt going to have to suffer forever by simply not having a smile natural normal, nor do I think and reflect on it meant to me in affective and interpersonal relationships with other people. Nor am I in a position to provide all the reflexes that I have in my future health of health care that I had (not) and that, sooner or later, will be direct reflection of how I was treated (desengane up anyone else Now that, as adults, now I am not so naive as I was in childhood and adolescence, I am perfectly sure that the future will be faced with diseases resulting directly by what we spent and not me as they should have given, in terms of care health).
Furthermore, I hope that I was the only trace of contempt of the national health service by users, especially for children and youth in the case of oral health, and that from now all have a right to a simple beautiful smile, without fear to see in the mirror. Fortunately this is possible - is in the hands of those who want to send or rule on the others.
But I will never rest until we feel me very well, I know that time does not turn back and what I wanted for me today is impossible happen. But at least I want to be well psychologically me own, it can only be the day to find all the answers to my "why me?". These are issues I want draw in full: why me and why? What evil I made to the world to be so victim?
I leave a list of questions I want to see answered and clarified once and for all, without subterfuge or indirect and inconclusive answers. People exist, assume positions and must be fully accountable for roles they play or played (currently, and one year, five years or for twenty years ago). I am in full right to see clarified my doubts and to know why those things happened me.
I do not want monetary rewards or someone go to jail for having failed to provide care that should have taken me, I, that yes, I say directly to me and assume publicly the way answered me, in time, my requests for treatment.
They listed here are my questions, I hope the answers completely enlightening, emerge quickly and are public; only then will have some psychological comfort and awareness will take away the burden that weighs on myself and at least to ensure that no child ever or teenager will be treated in Portugal.
1.-Who was the "dentist" that provided service in the Health Centre of Alandroal the end of the seventies and throughout the eighties?
2.-What specific training (academic - university frequented; professional - inclusion on the Order of doctors or dentists) that such "dentist" had to deal with children and young people?
3.-What is the official authority which determined that such dentist provide service in that Health Centre?
4.-What is the institution that controls all treatments carried out by the "dentist"?
5.-How can I now access my personal process that such "dentist" should have about me? (I want today, so relevant, to have access in full to all reports that "dentist" has produced about me)
6.-Who was the clinical director at the Center for Health of Alandroal in the period in which such "dentist" there has queries?
7.-Who was the Clinical Director of the Hospital District of Évora in the 80?
8.-How were made entries in the Hospital District of the city of Evora, in the years 80, so that children and young people could be found in outpatient dental or dentistry?
9.-What are the criteria that determine the attendance of students Portuguese fellows in the consultations, or dental Dentistry of Medical Social Services of the University of Lisbon?
10.-1975, as regards health school? (I remember once I was asking for this clarification to the SASE in Lisbon and then received information that Portugal was the second country in the world to implement a school health in the education system).
I am grateful to see clarified completely have my doubts; only be fully free and psychologically me very well be the day that all enlightened view, and especially when I give the absolute certainty that not another child or youth in Portugal will be neglected in terms of oral health. Because, if there is any suffering this all, nobody can take me. Because the smile also is good for health. Well, there is.

23.4.06

Sorrir ... sempre sorrir !